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Programas de 2003
Junho, Julho, Agosto,
Setembro
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Estas
foram as atrações da edição
JOGO
DE CENA - 30 de outubro de 2003 |
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<<Nosso público |
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Nossos
apresentadores>> |
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ABERTURA: Ethno
Lyserge
Antônio-Elias fez parte história do rock com as bandas
Elite Sofisticada e Elemento Látex, hoje vem procurando
desenvolver-se dentro da musical Étnica. O estilo a ser
apresentado pelo harpista será o Ethno Lyserge , uma
combinação de harmônicos com sons eletrônicos,
utilizando apenas a respiração prânica. Serão
utilizados instrumentos Munn Harpa (Austria), Rab Nca (Vietnã)
e Morshang (India). Os sons lembram "nave-espacial-aterrizando",
passarinhos elétricos, bolhas explodindo, tambor e berimbau.
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PINTOR
DA NOITE: Carmen San Thiago
Reinterpretando, em acrílico sobre tela, fotos de pessoas
e as emoções que elas despertam, Carmen San Thiago,
inaugurou a sua primeira exposição individual. Antes
de pintar os retratos, ela usa o computador para brincar com os
traços dos rostos, as formas dos objetos e as cores. Cada
quadro é mais do que uma superfície de cor, está impregnado
de boas lembranças. A artista plástica, que tem 27
anos, estuda na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e freqüenta
o ateliê de Lourenço de Bem.
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SE TOQUE: Radical Sem Dó
O Radical Sem Dó foi inventada em 1986 por Natinho , conhecido
como o "papa das camisetas". O som do "Radical" é a mistura
de Rap-Hip Rock, guitarras pesadas, vocal conversado, "scratchs,
acupuntura no vinil", letras com temas do nosso cotidiano, as vezes
com humor, as vezes com protesto. Radical Sem Dó é um
inseto invasor audiográfico de primeira geração
em aparelhos megafônicos. Operando de forma sutil, penetra
no sistema neurotransmissor de quem assiste.
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SUA PESSOA DANÇA
I: Samba de Gafieira
Sérgio Henrique Paes Landim e Larissa Paes Landim são
as grandes promessas da dança de salão brasiliense. Ele,
14 anos, incorpora o verdadeiro malandro carioca; ela, 15 anos, graciosa,
mostra que técnica e simpatia são a equação
perfeita para dançar o samba de gafieira! Direção
de João Carlos e coreografia de Alex Gomes.
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COMETA CENAS I: Mari a
Mari a se passa num local ambientado com arquétipos do
nordeste brasileiro. A Cia. Rodinha de Teatro apresenta o espetáculo,
que tem texto e direção de Júlio Cruccioli
, e não tem pretensão de conduzir a platéia
por uma lógica textual: tudo quem define é o espectador.
A peça "faz rir" das desgraças de cada personagem,
principalmente pelas interpretações comoventes dos
atores, que dão às personagens uma essência
diferenciada, por vezes de forte temperamento.
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TV FORA DO AR: Feliz
Aniversário Urbana
História de 12 horas do cotidiano da vida de uma bancária
solitária que no dia de seu aniversário só deseja
uma coisa: dormir. Coisa difícil para uma urbana. Direção
e Roteiro de Betse
de Paula , Fotografia de Ricardo
Aronovich , Edição Virginia
Flores e Trilha original Alex
Queiróz . O Curta-metragem recebeu os prêmios:
Melhor Trilha Sonora - Festival
de Brasília 1996 ; Melhor Atriz - Festival
de Brasília 1996 ; Melhor Atriz - Festival
de Curitiba 1997 e Melhor Atriz - Guarnicê 1997 .
Com Eliana Careiro, Malu Moraes e grande elenco.
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COMETA CENAS II : Passos
A peça mostra, com ironia, a luta pela sobrevivência
de duas baratas. Acuadas num cômodo elas filosofam sobre
a vida e a morte enquanto pensam em uma forma de fugir sem serem
pisadas pelos "passos". A mudança do foco normal para o ângulo
de visão de uma barata, iguala o espectador ao inseto, levando-o
a refletir sobre o valor da vida. Direção de Humberto
Pedranccini e interpretação de Moisés Vasconcellos
e Abaete Queiroz.
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SUA PESSOA DANÇAII: Bekus
Cia de Dança
A Beckus Cia de Dança apresenta a coreografia de Júlio
César, " O Progresso das Ruas ". O
grupo desenvolve trabalhos urbanos que surgem de forma clássica,
voltados a um simples propósito, o aperfeiçoamento
do estilo dança de rua. O grupo Beckus levou o 2º lugar
em duo livre, com "Algo em Comum", de Júlio César,
na 8ª edição do Festival de Dança do
Corpo Livre, realizado no Rio de Janeiro.
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COMETA CENAS III : O Coqueiro
que da Coco
O musical "O Coqueiro que dá Coco" pretende resgatar e
homenagear o compositor Ari Barroso. Além de contar, de
forma estética e prazerosa, para o público
uma parte da história do Brasil, retratando as grandezas
de nossa nação. Direção de Túlio
Guimarães, músicas de Ari Barroso, texto de Zecarlos
de Andrade e coreografias Beneto.
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