Programas de 2003

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             Estas foram as atrações da edição
             JOGO DE CENA -
30 de outubro de 2003
     
 

<<Nosso público

 
 

Nossos
apresentadores>>

 
 

ABERTURA: Ethno Lyserge

Antônio-Elias fez parte história do rock com as bandas Elite Sofisticada e Elemento Látex, hoje vem procurando desenvolver-se dentro da musical Étnica. O estilo a ser apresentado pelo harpista será o Ethno Lyserge , uma combinação de harmônicos com sons eletrônicos, utilizando apenas a respiração prânica. Serão utilizados instrumentos Munn Harpa (Austria), Rab Nca (Vietnã) e Morshang (India). Os sons lembram "nave-espacial-aterrizando", passarinhos elétricos, bolhas explodindo, tambor e berimbau.

 
 

PINTOR DA NOITE: Carmen San Thiago

Reinterpretando, em acrílico sobre tela, fotos de pessoas e as emoções que elas despertam, Carmen San Thiago, inaugurou a sua primeira exposição individual. Antes de pintar os retratos, ela usa o computador para brincar com os traços dos rostos, as formas dos objetos e as cores. Cada quadro é mais do que uma superfície de cor, está impregnado de boas lembranças. A artista plástica, que tem 27 anos, estuda na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes e freqüenta o ateliê de Lourenço de Bem.

 

 

SE TOQUE: Radical Sem Dó

O Radical Sem Dó foi inventada em 1986 por Natinho , conhecido como o "papa das camisetas". O som do "Radical" é a mistura de Rap-Hip Rock, guitarras pesadas, vocal conversado, "scratchs, acupuntura no vinil", letras com temas do nosso cotidiano, as vezes com humor, as vezes com protesto. Radical Sem Dó é um inseto invasor audiográfico de primeira geração em aparelhos megafônicos. Operando de forma sutil, penetra no sistema neurotransmissor de quem assiste.
 

 

 

SUA PESSOA DANÇA I: Samba de Gafieira

Sérgio Henrique Paes Landim e Larissa Paes Landim são as grandes promessas da dança de salão brasiliense. Ele, 14 anos, incorpora o verdadeiro malandro carioca; ela, 15 anos, graciosa, mostra que técnica e simpatia são a equação perfeita para dançar o samba de gafieira! Direção de João Carlos e coreografia de Alex Gomes.

 

 

COMETA CENAS I:  Mari a

Mari a se passa num local ambientado com arquétipos do nordeste brasileiro. A Cia. Rodinha de Teatro apresenta o espetáculo, que tem texto e direção de   Júlio Cruccioli , e não tem pretensão de conduzir a platéia por uma lógica textual: tudo quem define é o espectador. A peça "faz rir" das desgraças de cada personagem, principalmente pelas interpretações comoventes dos atores, que dão às personagens uma essência diferenciada, por vezes de forte temperamento.

 

 

TV FORA DO AR: Feliz Aniversário Urbana

História de 12 horas do cotidiano da vida de uma bancária solitária que no dia de seu aniversário só deseja uma coisa: dormir. Coisa difícil para uma urbana. Direção e Roteiro de Betse de Paula , Fotografia de Ricardo Aronovich , Edição Virginia Flores e Trilha original Alex Queiróz . O Curta-metragem recebeu os prêmios: Melhor Trilha Sonora - Festival de Brasília 1996 ; Melhor Atriz - Festival de Brasília 1996 ; Melhor Atriz - Festival de Curitiba 1997 e Melhor Atriz - Guarnicê 1997 . Com Eliana Careiro, Malu Moraes e grande elenco.
 

 

 

COMETA CENAS II :  Passos

A peça mostra, com ironia, a luta pela sobrevivência de duas baratas. Acuadas num cômodo elas filosofam sobre a vida e a morte enquanto pensam em uma forma de fugir sem serem pisadas pelos "passos". A mudança do foco normal para o ângulo de visão de uma barata, iguala o espectador ao inseto, levando-o a refletir sobre o valor da vida. Direção de Humberto Pedranccini e interpretação de Moisés Vasconcellos e Abaete Queiroz.

 

  SUA PESSOA DANÇAII: Bekus Cia de Dança

A Beckus Cia de Dança apresenta a coreografia de Júlio César, " O Progresso das Ruas ". O grupo desenvolve trabalhos urbanos que surgem de forma clássica, voltados a um simples propósito, o aperfeiçoamento do estilo dança de rua. O grupo Beckus levou o 2º lugar em duo livre, com "Algo em Comum", de Júlio César, na 8ª edição do Festival de Dança do Corpo Livre, realizado no Rio de Janeiro.
 

 

 

COMETA CENAS III : O Coqueiro que da Coco

O musical "O Coqueiro que dá Coco" pretende resgatar e homenagear o compositor Ari Barroso. Além de contar, de forma estética e prazerosa,  para o público uma parte da história do Brasil, retratando as grandezas de nossa nação. Direção de Túlio Guimarães, músicas de Ari Barroso, texto de Zecarlos de Andrade  e coreografias Beneto.